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Ponto — Secullum, Dimep, Control iD e REP-C

Muitos clientes VELIX já possuem um Registrador Eletrônico de Ponto (REP) homologado pelo MTE — geralmente Secullum, Dimep ou Control iD — e precisam manter esse sistema como registro oficial mesmo depois de adotar o VELIX para o check-in facial do dia a dia. A solução é o VELIX exportar as batidas no formato exigido pela Portaria 671/MTE (formato AFD) para importação no REP homologado.

Exportação de batidas no formato AFD

GET /v1/time/punches/export/afd?from=2026-06-01&to=2026-06-30
Authorization: Bearer $VELIX_API_KEY

Retorna um arquivo .txt no layout AFD (Arquivo Fonte de Dados), pronto para importação em qualquer sistema homologado que aceite o padrão da Portaria 671.

curl -o afd_junho.txt \
"https://api.velixbiometrics.com/v1/time/punches/export/afd?from=2026-06-01&to=2026-06-30" \
-H "Authorization: Bearer $VELIX_API_KEY"

Importação por sistema

Secullum (Ponto Secullum / Secullum Ponto Web)

  1. No Secullum Ponto Web: Importar/Exportar → Importar arquivo AFD
  2. Selecione o arquivo gerado pelo endpoint acima
  3. O Secullum reconhece o layout Portaria 671 nativamente — não é necessária conversão adicional

Dimep

Os equipamentos Dimep (ex: linha Print Ponto) leem o formato AFD via o software de gestão Dimep Ponto Secullum-compatível ou DimepControl. Importação em Configurações → Importação de marcações → Arquivo AFD.

Control iD

O software iDSecure aceita importação de arquivo AFD em Relatórios → Importar batidas externas. Certifique-se de que o campo NSR (Número Sequencial de Registro) gerado pelo VELIX não colida com NSRs já emitidos localmente pelo equipamento Control iD — recomenda-se configurar uma faixa de NSR reservada para o VELIX (parâmetro nsrRangeStart na config do tenant).

REP-C — Portaria 671 MTE

Para clientes que não usam um REP físico convencional e querem o VELIX como fonte primária de dados de ponto, é possível configurar o VELIX como fonte de dados para um REP-C (REP tipo C — baseado em programa, não em equipamento dedicado), que é a modalidade prevista na Portaria 671/2021 do MTE para sistemas de ponto por software.

Formato do arquivo ACJEF

O REP-C não usa AFD diretamente — o programa de tratamento de dados do REP-C gera o ACJEF (Arquivo de Consolidação das Jornadas dos Empregados e Fiscalização) a partir das marcações originais. O fluxo é:

VELIX (marcações originais, AFD)
→ Programa REP-C do cliente (tratamento de dados)
→ ACJEF (para fiscalização, quando solicitado)

O VELIX não gera o ACJEF diretamente — essa é responsabilidade do programa de tratamento de dados do REP-C homologado pelo cliente. O VELIX fornece as marcações originais (AFD), que é o insumo obrigatório de entrada.

Configurar o VELIX como fonte de dados do REP-C

  1. Habilite allowOfflinePunch: false e requireLiveness: true no tenant (o REP-C exige marcação de ponto com integridade auditável — o VELIX já grava hash SHA-256 de auditoria em cada PunchRecord, satisfazendo esse requisito)
  2. Configure o programa de tratamento de dados do REP-C do cliente para consumir o endpoint /v1/time/punches/export/afd em vez de ler diretamente de um equipamento REP
  3. Rode a exportação em uma cadência compatível com a política de fiscalização do cliente (diária é o mais comum)

:::caution Responsabilidade legal A homologação do REP-C perante o MTE é do cliente, não da Velix. O VELIX atua como fonte de dados (marcações originais + hash de auditoria) — a conformidade do programa de tratamento de dados com a Portaria 671 é responsabilidade do sistema que consome o AFD exportado. :::